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No âmbito de uma atividade de Inglês, na Escola Secundária de Jaime Moniz, os alunos foram desafiados a transformar fotografias das suas férias (recriadas por IA para preservar a privacidade) em histórias originais.

Em grupo, partilharam imagens, construíram narrativas conjuntas e defenderam-nas numa dinâmica inspirada em campanhas eleitorais. Deste processo colaborativo nasceram dois contos vencedores, que agora partilhamos.

E como o desafio era em Inglês… let the stories begin!

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No dia 09 de outubro de 2025, os alunos, professores e funcionários da Escola Secundária de Francisco Franco reuniram-se no pavilhão gimnodesportivo da mesma para celebrar o dia da escola, que coincidiu com os 136 anos da instituição. 

Foram homenageados 544 alunos de 11.º e 12.º anos com médias iguais ou superiores a 17 valores, bem como alguns professores e funcionários que cessaram funções. Estiveram presentes na sessão o Presidente do Governo Regional da Madeira, Dr. Miguel Albuquerque, a Senhora Secretária Regional da Educação, Ciência e Tecnologia, Doutora Elsa Fernandes, e os órgãos diretivos da escola. 


Outro momento de destaque, além das homenagens e dos discursos, foi a atuação do Núcleo de Música que interpretou, entre outros temas, o Hino da Escola. 


Foram várias as entidades que participaram e atribuíram prémios aos alunos na cerimónia, tais como a Ordem dos Médicos, a Ordem dos Engenheiros, a Ordem dos Arquitetos, a Ordem dos Advogados, a Sociedade de Desenvolvimento da Madeira, a EquipVending, a Indutora, Meo empresas, VMT, Porto Editora e Grupo Sousa. 


Para muitos alunos, o dia foi o reconhecimento de um percurso de esforço e dedicação.


O Dia da Escola terminou com uma mensagem de esperança e compromisso: continuar a construir uma escola de excelência, aberta ao mundo e à comunidade.




Correspondentes do PV: Júlia Barros e Iago Fernandes





Num mundo cada vez mais dominado pela tecnologia, será que ainda sabemos o que é "criar com as mãos"? ⚙️✨

Atualmente, pedimos uma imagem, um texto ou uma resposta e, em segundos, temos tudo à frente dos olhos. Mas será que a rapidez de acesso substitui o valor do erro, do caminho que se percorre?

📚 No conto que partilhamos hoje, viajamos até uma pequena aldeia, onde Elias — um velho inventor — nos lembra que a essência humana vive nas pequenas coisas: na paciência de montar engrenagens, no brilho dos olhos ao ver algo ganhar forma, no tempo dedicado a aprender e ensinar.

Uma leitura que nos faz parar e pensar: 🤖 será que estamos a perder a emoção do Eureka?




💭 Já pensaste no que significa ser consumidor?

No dia 15 de março assinala-se o Dia Mundial do Consumidor, uma data que nos convida a olhar para as nossas escolhas com mais atenção. Num mundo cada vez mais "inundado" de publicidade e de opções de compra, é fácil esquecer-se que consumir também é um ato com impacto 🌍 social, 💼 ético e 🌱 ambiental.

Neste sentido, há um conto da Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol, escrito pela aluna Ana Clara Silva, que nos faz refletir sobre tudo isto. Porque consumir não é só comprar — é escolher. E escolher pode mudar o mundo!✨

📚 Lê o conto completo e reflete no impacto das tuas compras... 🤔


"No passado dia 15 de março, a minha escola assinalou o Dia Mundial do Consumidor - uma data que, à primeira vista, pode não parecer muito relevante, mas que, na verdade, tem cada vez mais importância no mundo em que vivemos. Confesso que, até há pouco tempo, nunca tinha parado verdadeiramente para pensar sobre o que significa ser consumidor. Para mim, como para muitos colegas, consumir era simplesmente comprar aquilo de que gostamos ou precisamos. Nunca tinha pensado no peso que essas decisões podem ter, não só para nós, mas para o mundo à nossa volta.

Vivemos rodeados por anúncios, promoções irresistíveis e aquela sensação constante de que precisamos de mais alguma coisa. É fácil deixarmo-nos levar e pensar que estamos sempre no controlo. Mas, na realidade, o ato de consumir tem consequências - sociais, ambientais e até éticas. E o Dia do Consumidor serve, precisamente, para nos lembrar disso.

Ao assinalar esta data, percebi como é raro falarmos sobre consumo consciente. Muitas vezes, compramos por impulso ou por hábito, sem nos questionarmos sobre quem produziu aquilo que levamos para casa, em que condições foi feito, ou que impacto pode ter no ambiente. Esta data fez-me olhar para o consumo de outra forma - como uma escolha com impacto, e não apenas uma resposta a uma vontade momentânea.

Também nos leva a pensar nas empresas: será que estão a ser honestas connosco? Será que respeitam os direitos dos trabalhadores e do planeta? Como consumidores - mesmo sendo jovens - temos o direito (e o dever) de exigir mais: mais transparência, mais ética, mais responsabilidade.

É certo que ainda estamos a aprender, mas isso não significa que não possamos começar a fazer a diferença. Pequenas mudanças nas nossas escolhas podem ter um grande impacto. E talvez esse seja o verdadeiro significado do Dia do Consumidor: lembrar-nos de que, mesmo com gestos simples, podemos contribuir para um mundo mais justo e sustentável."



🌍 Já alguma vez te questionaste sobre a origem do nome Europa? 


Acredita-se que remonta à mitologia grega🔍 ... Europa, uma princesa fenícia raptada por Zeus, serviu o seu nome de inspiração para nomear este vasto e diverso continente. Todavia, a Europa é muito mais do que antigas lendas — ao longo dos séculos, foi palco de impérios, guerras e renascimentos.

Até que, em 1957, nasceu um novo sonho: a União Europeia criada para unir povos em nome da paz, da cooperação e do desenvolvimento sustentável.  

Hoje, mais do que nunca, a voz dos jovens é essencial para prosseguir a construção do futuro deste projeto comum! 🌱✨ 

Neste espírito, os alunos da Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol partilham connosco um poema que nos desafia a refletir sobre o presente e a imaginar um amanhã mais justo, inclusivo e verde. 🍃


📖 Lê o poema completo e sente o pulsar de uma Europa sonhada por quem acredita que a mudança começa... agora.





Esta edição do 'Ponto e Vírgula' presenteou-nos com uma ilustração da Beatriz Escórcio, aluna da escola da APEL da turma 12.ºE de Artes Visuais. 🎨

Com o tema 'Reflexos', a composição é dominada por uma série de rostos que parecem desdobrar-se e multiplicar-se através do reflexo num espelho convexo. 

✏️ O uso de lápis de grafite sobre papel aliado aos sucessivos reflexos representam as muitas camadas que nós temos. Quanto mais longe se encontra o reflexo, mais nos deformamos, como se fosse a perceção (errada) das pessoas sobre nós, dado que quanto menos ouvem, menos sabem, e, na verdade, só nós nos conhecemos verdadeiramente. 

Parabéns, Beatriz! 👏

 




Sabias que há um jovem talento da zona Norte da ilha que tem marcado presença no 'Ponto e Vírgula' este ano letivo? Sim, é o Ricardo Ferreira, aluno do 12.º ano na Escola Básica e Secundária D.ª Lucinda Andrade (São Vicente). 😎 

Fomos saber um bocadinho mais sobre o que o inspirou na criação destas ilustrações… 👇 

Primeiros Traços e a Observação do Real 


Com um olhar atento mergulhou na tarefa de observar e representar o que via. Começou com pequenos traços da envolvente « (…) através de apontamentos de ambientes e paisagens colocar em evidência o confronto entre as formas naturais e as formas criadas pelo ser humano.» A técnica escolhida, o pastel a óleo sobre papel, revelou-se desafiadora. No entanto, foi essa dificuldade que impulsionou o Ricardo a ultrapassar as suas limitações. A textura quase que tridimensional e a maleabilidade do material permitiram-lhe explorar gradações de cor e criar transições suaves entre luz e sombra: « (...) procurei conjugar a capacidade de observação, a criatividade e o domínio expressivo dos materiais e técnicas, nomeadamente os pastéis a óleo sobre papel.» 

A Transição para a Abstração 


Enquanto se dedicava a retratar o realismo de um lado, também decidiu experimentar algo novo. Inspirado pela proposta de explorar a plasticidade do material, dedicou-se a um estudo mais abstrato. Pegou num pequeno pormenor de um tronco de árvore – as ranhuras, as sombras e a textura desgastada – e ampliou-o, quase até que se tornasse irreconhecível. Explicou-nos que « (…) Num dos casos, tem-se um excerto de paisagem mais realista, facilmente identificável, no outro, um pormenor que beira a abstração, potenciado pela plasticidade do material.»

Podes também encontrar os desenhos do Ricardo em papel na página 6 do PV n.º4 desta série 🎨

 


O PV de dezembro já está nas bancas!😁🎨 


A Ema Teixeira, uma jovem cheia de talento, é a autora da capa deste mês, aluna da ES de Jaime Moniz (Liceu), e da sua criatividade nasceu a ilustração sob o tema ‘Dez anos contando histórias’. 

🔧Na vertente mais técnica, explicou-nos: 

«Após elaborar estudos em papel com grafite e diversos materiais, nomeadamente a aquarela, para tentar encontrar a melhor solução, optei por usar a tinta acrílica. A composição, um retângulo de 24,4×24,1, apresenta-se centralizada e equilibrada, a meu ver. Para a realização desta ilustração, pesquisei os elementos que melhor definissem o projeto 'Ponto e Vírgula' como o objetivo da ilustração desta capa é assinalar os seus dez anos. Assim, ocorreu-me ocorreu a ideia de festa e resolvi utilizar as cores que representam o fogo de artifício. Criei uma frase que tivesse algo relacionado com este tema e, em vez de apenas desenhar o número 10, desenhei-o escrevendo: no número um - “dez anos contando histórias “; e zero -“um ponto e vírgula de cada vez”.»

Carrega no link para leres o PV n.º3 👉PV-n3_dezembro2024-WEB.pdf



                    


Tanto lixo, muito dele composto por restos de comida, onde os mais pobres e sem condições satisfazem a sua fome… Mas e se houvesse mudanças? E se, em vez de os mais necessitados comerem restos do lixo, a população não desperdiçasse essa comida e a entregasse nos sítios certos? 


É necessária mais sensibilização. O desperdício pode ser reduzido de diversas formas, como, por exemplo, através de multas nas escolas para os alunos que pedem almoços e não os consomem, guardar mais a comida que sobra dos restaurantes e pastelarias, doando-a a instituições ou mesmo a pessoas que vivem na rua. Outra sugestão seria, em vez de gastar dinheiro em rações, utilizar alguns restos das refeições para alimentar os animais, destinando o valor poupado para doações.

Existem diversas maneiras de diminuir o desperdício alimentar. A questão é se as pessoas se importam com a mudança e se estão dispostas a mudar — e esse é o verdadeiro problema.

Podemos observar o enorme impacto do desperdício de comida e as más condições alimentares dos mais necessitados. Com algumas medidas, conseguimos resolver esse problema e ainda obter benefícios, seja poupando dinheiro, seja ajudando os outros.

Na minha escola, a Básica e Secundária da Ponta do Sol, no âmbito do projeto interdisciplinar da turma do 10.º A, intitulado “Desperdício Alimentar”, tivemos, em tempo letivo da disciplina de Biologia/Geologia, o privilégio de assistir à ação de sensibilização “100% da nossa Terra sem desperdício”, conduzida pela bióloga convidada, Dra. Natália Silva. Foram partilhados inúmeros exemplos de reaproveitamento, como o uso de cascas de abóbora, ou de sementes, como as de papaia moídas, que servem como condimento picante. 

Em breve, faremos na escola chips de cascas de batata, cenoura e abóbora. Experimente também, tal como o bolo de casca de banana! Sabia que esta casca é muito útil para a saúde dos nossos calcanhares? 

Na nossa escola, também temos um compostor, cedido pela ARM, onde depositamos resíduos orgânicos da cantina. Estes resíduos são depois utilizados como fertilizante natural na nossa horta biológica. 

Maior reaproveitamento contribui para mais alternativas alimentares, maior sustentabilidade e para o enriquecimento da saúde, nossa e dos outros! 

Tadeu Marcos-10ºA


 

Climarest é um projeto de pesquisa financiado pela União Europeia (UE) composto por 18 parceiros ao longo de toda a costa europeia. O projeto faz parte da Missão "Restaurar os nossos Oceanos e Águas" da UE e é membro do Farol para a Bacia do Ártico e do Atlântico. 🌊 

Nos dias 13 e 14 de novembro, as turmas três e nove do décimo ano participaram na sessão “Ecossistemas de macroalgas na Madeira: importância e restauração”, do Programa Educativo Kids Dive, no âmbito do projeto Climarest, na qual se alertou para a importância e o impacto da diminuição das macroalgas nos ecossistemas costeiros da ilha da Madeira. 
 

💬 Primeiras impressões: 


«O projeto Kids Dive é uma iniciativa que educa os jovens sobre a importância das algas marinhas e da biodiversidade dos oceanos. Através de atividades práticas e interativas, como o uso da realidade virtual, exploramos o mundo subaquático e aprendemos a importância das algas nos ecossistemas. O objetivo é inspirar uma nova geração que aprenda a proteger os oceanos.» 

Gonçalo Rodrigues, ES de Jaime Moniz 


«De uma forma divertida e interativa, explicaram-nos como a quantidade de algas marinhas está a diminuir. Esta diminuição deve-se a vários fatores, nomeadamente as temperaturas altas, o aparecimento de espécies invasoras e a poluição.» 

Adriana Correia de Sousa, ES de Jaime Moniz 


«Proporcionaram-nos uma viagem magnífica ao fundo dos oceanos, através do uso de óculos de realidade virtual, fazendo-nos perceber como os biólogos marinhos trabalham e a existência de uma grande biodiversidade marinha.» 

Gustavo Cró, ES de Jaime Moniz 


No final da sessão, houve a oportunidade de mergulhar virtualmente no fundo do mar, onde se observaram diversos ecossistemas, com e sem algas ou ervas marinhas.🪸 

O que são algas? E qual é a diferença entre as algas e as plantas? 
As algas são seres vivos que tanto podem ser unicelulares como multicelulares. Elas até têm algumas características em comum com as plantas, como a presença de cloroplastos, que são responsáveis pela fotossíntese, mas não podem ser consideradas plantas, pois não têm raiz, caule nem folhas. 

Que tipos de macroalgas existem?
Existem três tipos de macroalgas: as algas vermelhas (rodófitas), as algas castanhas (feófitas) e as algas verdes (clorófitas). 

Qual é a sua utilidade? 
As macroalgas são usadas para diversos fins, nomeadamente na alimentação, no fabrico de medicamentos e pomadas. Podem ainda ser utilizadas como fertilizantes, entre outros. 

Por que razão estão elas a desaparecer dos habitats rochosos costeiros? 
As comunidades de macroalgas têm diminuído sobretudo devido às alterações climáticas e à acidificação das águas do oceano. Contudo, outra razão é provocada pelos ouriços-do-mar, que se alimentam delas. O crescimento das populações de ouriços, em particular do ouriço de espinhos compridos, tem impedido o estabelecimento e o crescimento de novas algas. 

Que impactos surgem com a diminuição das macroalgas?
Os ecossistemas alteram-se. Por exemplo, os peixes juvenis, que usavam as macroalgas para se esconderem de predadores, deixam de ter abrigo e são forçados a procurar outro habitat, deixando o antigo ecossistema semelhante a um deserto, com pouquíssima biodiversidade. 🦠 

Wilson Vasconcelos, ES de Jaime Moniz (Funchal)




Este ano, o 'Ponto e Vírgula' conta com duas novas correspondentes da EBS D.ª Lucinda Andrade, em São Vicente: Carlota Gois e Raquel Santos. Decidimos conhecer melhor estas alunas e ficámos a saber mais sobre as suas personalidades e visões de vida. 😃


Carlota Gois descreve-se como aventureira, honesta e calma. «Gosto de explorar coisas novas e de descobrir o mundo que me rodeia; de viajar com pessoas de quem gosto e de conhecer novos países», partilha. A sinceridade é um dos seus valores mais importantes: «Não tolero a mentira. Sou honesta e prefiro que, também, o sejam comigo, mesmo que a verdade, por vezes, me possa magoar. Sou calma e gosto de estar bem comigo própria.»


Raquel Santos, por outro lado, considera-se introvertida, tolerante e solidária. Fala pouco, mas sempre com precisão e consciência: «Falo pouco, apenas o que é necessário, e sei o que dizer». É alguém que está sempre pronta a ajudar, como ela afirma: «Sou tolerante para com os outros; acho que temos de ser empáticos e tentar compreender o ponto de vista de quem está ao nosso redor. A tolerância é uma virtude que também nos traz paz. Como diz o ditado: “Mais vale uma imagem do que mil palavras.”»


Lançámos-lhes o divertido desafio do ‘Conheces-me mesmo?’ para pôr à prova o quanto cada uma realmente conhece a outra. Ficaram curiosos? Descubram o resultado e surpreendam-se com o que a Carlota e a Raquel revelam sobre o conhecimento mútuo! 👀 😁


👀

 

O Deivis Fernandes e o Pedro Afonso são os correspondentes da EBS/PE/C do Porto Moniz pelo segundo ano consecutivo, e, ao longo deste tempo, têm partilhado várias experiências. Mas será que eles realmente se conhecem? Descobre tudo no nosso divertido vídeo do desafio “Conheces-me Mesmo?”, onde testamos esta amizade!😀


👉 O Deivis foi contemplado com o 1.º prémio da edição de 2024 do concurso Cria Poesia, na categoria de Poesia do secundário, tendo sido também eleito o representante regional nestas categorias. Ele é observador e a personificação da curiosidade e paciência. «A curiosidade desenvolvi-a durante a minha infância. Costumava explorar os terrenos agrícolas enquanto a minha avó trabalhava a terra. Durante algum tempo e a prestar mais atenção à minha irmã enquanto mais pequena, aprendi a ser mais paciente, mais tranquilo. A este nível defendo que as pessoas podiam ser mais compreensivas e empáticas umas com as outras. Reparo muito nos detalhes e no modo de agir das pessoas. Acho que ao sermos observadores, ganhamos perspetivas que nos ajudam a conhecer melhor o outro. Já a minha curiosidade surge sempre quando se trata de novas tecnologias, música ou escrita. Gosto de escrever poesia.»


👉 Já o Pedro, vencedor do prémio Super Correspondente na IX edição do PV, traz consigo uma postura tecnológica, justa e sincera. «Tento ser justo e sincero, acho que isso é fulcral no conceito que tenho de justiça. É sempre muito importante ouvir as duas versões de uma história. Defendo que na sinceridade, devemos ser capazes de prová-la a nós próprios e aos outros. Já o meu gosto pelas novas tecnologias ligam-me mais aos computadores, tablets e telemóveis. É algo de que gosto muito!»


Afinal, será que eles conseguem prever as respostas um do outro? Será que conhecem as manias, as preferências e até os pequenos segredos que só um verdadeiro amigo saberia? Não percas o vídeo e vê como eles se saem neste divertido desafio!  😆😏



 

A Escola Básica e Secundária de Santa Cruz faz-se representar novamente com uma dupla cheia de energia e boa disposição: Ester Abrunho e Cristina Vieira. Pelo segundo ano consecutivo, estas alunas trazem a sua autenticidade e um espírito vibrante para o papel de correspondentes. 😀

Com a sua personalidade extrovertida e o talento para se adaptar a qualquer ambiente, a Ester é uma comunicadora nata, nas suas próprias palavras «em qualquer ambiente em que me integro adapto-me facilmente. Gosto de comunicar imenso. As pessoas pecam muito pela falta de comunicação. Defendo, ainda, que devemos passar por cima dos problemas da maneira mais positiva possível, acho muito importante sermos positivos e gratos pelas coisas e pelas pessoas que temos ao nosso lado.»

Por outro lado, a Cristina complementa a dupla com um humor cativante que ilumina qualquer ambiente: «Sou engraçada, algo que está comigo desde sempre. O humor contribui para o meu bem-estar, pois a leveza e a positividade ajudam-me a enfrentar o dia a dia. Acredito que, quando nos sentimos positivos, a vida se torna mais fácil de enfrentar. Sou confiável, confio em mim mesma e nas pessoas mais próximas de mim. Gosto de me colocar no lugar do outro e compreender os seus sentimentos. A empatia ajuda-me a lidar com as situações e a perceber melhor as pessoas.»


👉Espreitem o vídeo e descubram se estas duas amigas ‘Conhecem-se mesmo?’ 😅 


As correspondentes Maria Brazão e Maria Inês embora partilhem o mesmo nome, têm personalidades distintas e complementares, o que torna o desafio ‘Conheces-me mesmo?’ ainda mais interessante. 😀

Para Maria Brazão, a atenção e a presença são fundamentais. Considera-se altruísta, atenciosa e amigável, como ela própria diz, «acredito que presto atenção às necessidades daqueles que me são mais chegados e faço por estar presente sempre que sou necessária. Sou uma pessoa atenta, não apenas para com aqueles que me são queridos, mas com todos, no geral. Acredito que, se os que estão ao nosso lado estiverem bem, nós também estamos.»

Por outro lado, Maria Inês traz uma energia resiliente e cheia de autenticidade. Sem rodeios, ela enfrenta tudo de frente e acredita na importância de sermos verdadeiros. Nas suas palavras, considera-se resiliente, imparcial e proativa «não tenho muitos filtros; sou exatamente quem sou, e acho importante sermos verdadeiros connosco e com os outros. Sou proativa, gosto de aceitar desafios e adapto-me com facilidade aos diferentes ambientes à minha volta. A proatividade traz-nos várias oportunidades para decisões e escolhas que, por vezes, não podemos deixar passar!»

Neste vídeo, vemo-las num ‘frente a frente’, numa competição divertida e reveladora. Confere o vídeo e descobre quem é que leva a melhor! 😆👀

 

Sabrina, no seu segundo ano como correspondente, descreve-se como responsável, sociável e autêntica. Já Catarina, que se estreia nesta aventura, destaca-se pela sua persistência, paciência e determinação. Mas será que estas qualidades se refletem no que cada uma sabe sobre a outra?😏


Bem-dispostas e com espírito de equipa, aceitaram o nosso desafio, “Conheces-me mesmo?”, onde responderam a perguntas para testar o quanto se conhecem. Espreita o vídeo para descobrir quem venceu este jogo!


Catarina Vieira: «Acho que a tranquilidade e a persistência levam-me a alcançar os sonhos e objetivos a que me proponho, tanto a nível pessoal como académico. As minhas decisões são sempre tomadas com calma, de cabeça fria.»


Sabrina Vasquez: «Ser responsável é algo de que jamais me descuido, pois isso leva-me a cumprir sempre as minhas metas. Admiro muito a autenticidade, acho que é uma das características que mais valor acrescenta a uma pessoa. É, no fundo, o que nos diferencia uns dos outros. Gosto de sentir que sou amigável e que aposto muito na integração social de todos à minha volta no meu círculo. Acho que todos deviam ser mais responsáveis e empáticos!»

 


Hoje partilhamos mais um animado desafio entre os nossos correspondentes, a dupla Francisco e Guilherme, da EBS Dr. Maurílio da Silva Dantas (Carmo)! Será que eles realmente se conhecem? 👀

Descobre no desafio 'Conheces-me mesmo?' e vê se eles passam com distinção! 😏


👉Quem será que ganhou este jogo o observador ou o “cérebro”? 


Francisco Teles descreve-se como inteligente, versátil e empático.


«Considero-me inteligente porque gosto realmente de matemática, obtenho boas notas e estou sempre atento nas aulas. Gosto de jogar futebol, mas também aprecio muito a parte de construir, inovar e criar. Sou empático, porque tento ver todos os lados de uma situação e procuro perceber como é estar no lugar do outro. Dependendo do contexto, colocar-me no lugar do outro significa tentar entender como a pessoa se sente e, por vezes, até trocar de lugar com ela. Acredito que a minha versatilidade me pode levar à área da engenharia, onde poderei inventar algo novo ou até reconstruir algo existente. Em certas situações, é preciso ser inteligente e pensar duas vezes antes de agir para evitar erros, embora seja verdade que é errando que se aprende a melhorar.»


Guilherme Pita refere que as suas melhores características são tolerante, observador e confiante.


«Gosto de observar, de forma tranquila e em silêncio, para perceber o que se passa em determinados momentos. Com calma e tolerância, acabo por chegar a uma conclusão sobre o que está a acontecer. Por exemplo, no início do projeto PV, sinto-me muito confiante e tenho grandes expectativas. Quando estamos atentos, podemos observar os pontos de vista dos outros, assim como o nosso. Esses diferentes pontos de vista podem complementar o nosso, e é importante termos humildade suficiente para reconhecer isso.»




 

No ‘Ponto e Vírgula’, adoramos ver o espírito de companheirismo e diversão entre os nossos correspondentes! 😀


Desta vez, as alunas Natacha Batista e Carlota Freitas, da EBS da Ponta do Sol, participaram no divertido jogo ‘Conheces-me mesmo’. Este jogo desafia cada uma a adivinhar as respostas da outra, colocando à prova o quanto sabem uma sobre a outra. 


👀 Querem saber quem ganhou ou será que houve um empate? Convidamos todos a assistir ao vídeo e descobrir quem conhece melhor a outra!🎥


Revelamos também algumas das características destas duas alunas:


Natacha Batista descreve-se como disciplinada, atenta aos detalhes e organizada.


«Sou organizada a vários níveis, incluindo mentalmente, o que me permite estabelecer melhor as minhas metas e objetivos, tornando o seu cumprimento mais fácil. Gosto de ser atenta aos detalhes, porque às vezes as coisas mais importantes estão nos pormenores.»


Carlota Freitas, por sua vez, vê-se como confiante, comunicativa e corajosa.


«Acredito que a comunicação é sinónimo de oportunidade e socialização. Defendo que devemos estar sempre bem integrados na sociedade, pois é fundamental não ficarmos à parte. A coragem, para mim, é algo muito importante, pois ajuda-me a tomar decisões em várias áreas da minha vida.»


 

Neste episódio do desafio ‘Conheces-me Mesmo?’, as nossas correspondentes Carla Caldeira e Mariana Abreu testam o quanto conhecem uma da outra, com três perguntas e respostas divertidas!


Para conhecê-las um pouco melhor, incluímos aqui uma breve entrevista: Carla partilha o seu espírito inovador, persistente e responsável, enquanto Mariana se revela amigável, cuidadosa e respeitadora.


Carla Caldeira – «Desde muito cedo, desenvolvi a aptidão de ser responsável, cuidando dos meus irmãos. Considero-me inovadora, pois procuro sempre soluções criativas para lidar com os meus problemas. Quando enfrento desafios, insisto e não desisto até encontrar uma solução. Ser persistente traz-me uma grande satisfação pessoal, especialmente quando vejo que os meus esforços dão frutos. Isso mostra-me que não desisti à primeira dificuldade e que alcancei os meus objetivos. Vale a pena inovar, pois ser diferente e ir além do comum é enriquecedor; não devemos limitar-nos apenas aos nossos próprios pensamentos.»


Mariana Abreu – «Consigo conviver muito bem com as pessoas à minha volta e faço amigos facilmente. Sou cuidadosa, porque respeito a mim mesma, a minha família e os meus amigos. Procuro respeitar ao máximo as opiniões dos outros, pois ter um amigo que pensa de forma diferente é muito valioso. Vale a pena aprender com aqueles que nos rodeiam, porque, se vivermos isolados, não teremos a oportunidade de crescer com as experiências dos outros. O respeito conquista-se ao longo dos desafios que a vida nos apresenta!»


Vê o vídeo e descobre o que torna esta dupla tão especial.




Hoje, apresentamos dois novos correspondentes do Ponto e Vírgula, diretamente da EBS Gonçalves Zarco. Não percas o vídeo ‘Conheces-me mesmo?’ do Simão Pereira e Catarina Ferreira! 

Simão Pereira descreve-se em três palavras: dinâmico, carismático e criativo

«As minhas grandes motivações são a escola, o desporto e a família. De certa forma, estas são as três bases essenciais da minha vida, neste momento. Sempre que assumo desafios ou tarefas gosto de ser dinâmico. Defendo que para tudo na vida, é preciso ser criativo, o que na minha opinião é muito mais do que simplesmente ter algumas ideias. No fundo é ter uma forma diferente de ver os outros e o mundo ao nosso redor.» 

Catarina Ferreira, por sua vez, destaca-se pelo foco, carisma e sociabilidade.

 «Aposto num bom relacionamento com os meus colegas e professores. Gosto de ver sempre o melhor nas pessoas. Acredito que cabe a nós, jovens e adolescentes, trabalhar para tornar o mundo e a sociedade um lugar melhor. Gosto de ser focada, mantendo o objetivo de concentrar-me nos estudos. O meu futuro passará, certamente, pelo Curso Superior de Direito numa boa universidade. Temos todos de optar pela sociabilidade, a sociedade é um pilar muito importante, sem o qual não seríamos os seres em evolução que somos.!»

 

Será que Eduarda Teixeira, aluna da EBS/PE/C Bispo D. Manuel Ferreira Cabral, e a Nádia Ornelas se conhecem realmente? Para descobrir tudo, não percas o vídeo desta dupla! 🎬👀


Mas não ficamos por aqui! Quisemos também conhecer melhor estas jovens incríveis e o que as inspira. 😀


A Eduarda Teixeira descreve-se como sensível, criativa, dedicada.

«Faço por me sentir e estar próxima das pessoas, de ouvi-las, de tentar ajudar sempre que posso. Dedico-me muito a tudo a que me comprometo. Gosto de ser eu a elaborar, por vezes, os presentes que, em determinados momentos, ofereço aos meus amigos. Aí é onde a parte criativa e a dedicada se juntam. A minha sensibilidade vai ao ponto de eu perceber, através de um olhar ou de alguns gestos, como se sentem os que me rodeiam. Talvez esta sensibilidade se justifique pelo facto da minha mãe ser psicóloga. Falamos muito sobre estas questões das emoções e da empatia.»


Por outro lado, a Nádia Ornelas identifica-se como artística, culturalmente atenta e determinada.

«Motiva-me ver que há quem esteja a fazer esforços para que a cultura seja acessível a todos. É um setor da sociedade que deveria ser ainda mais incentivado, pois está em escassez. Envolvo-me com as artes desde miúda, e é uma parte de mim que todos os que me conhecem conseguem identificar.»