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Num mundo cada vez mais dominado pela tecnologia, será que ainda sabemos o que é "criar com as mãos"? ⚙️✨

Atualmente, pedimos uma imagem, um texto ou uma resposta e, em segundos, temos tudo à frente dos olhos. Mas será que a rapidez de acesso substitui o valor do erro, do caminho que se percorre?

📚 No conto que partilhamos hoje, viajamos até uma pequena aldeia, onde Elias — um velho inventor — nos lembra que a essência humana vive nas pequenas coisas: na paciência de montar engrenagens, no brilho dos olhos ao ver algo ganhar forma, no tempo dedicado a aprender e ensinar.

Uma leitura que nos faz parar e pensar: 🤖 será que estamos a perder a emoção do Eureka?




💭 Já pensaste no que significa ser consumidor?

No dia 15 de março assinala-se o Dia Mundial do Consumidor, uma data que nos convida a olhar para as nossas escolhas com mais atenção. Num mundo cada vez mais "inundado" de publicidade e de opções de compra, é fácil esquecer-se que consumir também é um ato com impacto 🌍 social, 💼 ético e 🌱 ambiental.

Neste sentido, há um conto da Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol, escrito pela aluna Ana Clara Silva, que nos faz refletir sobre tudo isto. Porque consumir não é só comprar — é escolher. E escolher pode mudar o mundo!✨

📚 Lê o conto completo e reflete no impacto das tuas compras... 🤔


"No passado dia 15 de março, a minha escola assinalou o Dia Mundial do Consumidor - uma data que, à primeira vista, pode não parecer muito relevante, mas que, na verdade, tem cada vez mais importância no mundo em que vivemos. Confesso que, até há pouco tempo, nunca tinha parado verdadeiramente para pensar sobre o que significa ser consumidor. Para mim, como para muitos colegas, consumir era simplesmente comprar aquilo de que gostamos ou precisamos. Nunca tinha pensado no peso que essas decisões podem ter, não só para nós, mas para o mundo à nossa volta.

Vivemos rodeados por anúncios, promoções irresistíveis e aquela sensação constante de que precisamos de mais alguma coisa. É fácil deixarmo-nos levar e pensar que estamos sempre no controlo. Mas, na realidade, o ato de consumir tem consequências - sociais, ambientais e até éticas. E o Dia do Consumidor serve, precisamente, para nos lembrar disso.

Ao assinalar esta data, percebi como é raro falarmos sobre consumo consciente. Muitas vezes, compramos por impulso ou por hábito, sem nos questionarmos sobre quem produziu aquilo que levamos para casa, em que condições foi feito, ou que impacto pode ter no ambiente. Esta data fez-me olhar para o consumo de outra forma - como uma escolha com impacto, e não apenas uma resposta a uma vontade momentânea.

Também nos leva a pensar nas empresas: será que estão a ser honestas connosco? Será que respeitam os direitos dos trabalhadores e do planeta? Como consumidores - mesmo sendo jovens - temos o direito (e o dever) de exigir mais: mais transparência, mais ética, mais responsabilidade.

É certo que ainda estamos a aprender, mas isso não significa que não possamos começar a fazer a diferença. Pequenas mudanças nas nossas escolhas podem ter um grande impacto. E talvez esse seja o verdadeiro significado do Dia do Consumidor: lembrar-nos de que, mesmo com gestos simples, podemos contribuir para um mundo mais justo e sustentável."



🌍 Já alguma vez te questionaste sobre a origem do nome Europa? 


Acredita-se que remonta à mitologia grega🔍 ... Europa, uma princesa fenícia raptada por Zeus, serviu o seu nome de inspiração para nomear este vasto e diverso continente. Todavia, a Europa é muito mais do que antigas lendas — ao longo dos séculos, foi palco de impérios, guerras e renascimentos.

Até que, em 1957, nasceu um novo sonho: a União Europeia criada para unir povos em nome da paz, da cooperação e do desenvolvimento sustentável.  

Hoje, mais do que nunca, a voz dos jovens é essencial para prosseguir a construção do futuro deste projeto comum! 🌱✨ 

Neste espírito, os alunos da Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol partilham connosco um poema que nos desafia a refletir sobre o presente e a imaginar um amanhã mais justo, inclusivo e verde. 🍃


📖 Lê o poema completo e sente o pulsar de uma Europa sonhada por quem acredita que a mudança começa... agora.




🌍O Eco-Escolas é um programa internacional da "Foundation for Environmental Education" desenvolvido em Portugal desde 1996 pela ABAE (Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação), cujo propósito é encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade orientado para a sustentabilidade desenvolvido nas escolas.

A iniciativa "EBECL - Plantando Vida" surgiu da parceria com a autarquia de Câmara de Lobos e com o apoio do IFCN (Instituto das Florestas e Conservação da Natureza), na qual contou com a participação de alunos, professores, funcionários e técnicos numa verdadeira demonstração de união e compromisso com o ambiente. 🌱🌞

Neste seguimento, o aluno Miguel Gonçalves da EB23 do Estreito de Câmara de Lobos escreveu o poema "Renascimento das Cinzas - A Madeira em Chamas".

✨👇Lê o poema completo e deixa-te envolver pelo poder das palavras



O suplemento 'A Tua Vez' acabou de chegar cheio de conteúdo "fresquinho"! 😁


Nesta 2ª. edição, são abordadas várias questões como a tecnologia, eco-escolas, meio ambiente e muitas outras! Atualmente, o uso dos telemóveis tem vindo a aumentar entre os 13 e os 16 anos. Segundo estudos recentes, os jovens cada vez mais utilizam as redes sociais, passam horas e horas a fazer scroll, e esquecem-se de observar o mundo que está ca fora. 

Assim, dá-se destaque ao artigo de opinião intitulado 'Já Largaste o Telemóvel Hoje?', escrito pela Inês Inácio da EBS Dr. Ângelo Augusto da Silva (Funchal).

Segue-se o artigo sobre o tema para dares uma vista de olhos 👀!

«Todos sabemos como é fácil ficar horas no telemóvel. O tempo voa, não é? Só mais um vídeo, só mais uma conversa, só mais uma foto… E, quando damos por nós, o dia já passou. Mas será que, enquanto estás preso ao telemóvel, já pensaste no que está acontecendo lá fora? Já paraste para olhar para o mundo real? O que se passa nas ruas, nos parques, na tua escola? O ambiente que nos rodeia não está no telemóvel. A vida online é intensa, eu sei. E o telemóvel é útil para tantas coisas, como conversar com os amigos, estudar, ver as notícias. Mas e o mundo físico? O que fazemos por ele? O planeta não espera até que terminemos de ver aquele vídeo ou responder à mensagem. A poluição, o desperdício de recursos e a destruição da natureza acontecem neste momento. Em vez de passarmos tanto tempo no telemóvel, que tal dar um pouco do nosso tempo a algo real? Observar as árvores, o céu, o mar, os animais, as plantas. A natureza também precisa da nossa atenção. Podemos ser parte dessa mudança e contribuir para um ambiente mais saudável. O que fazemos hoje afeta o amanhã. A nossa geração tem o poder de mudar as coisas, mas isso só acontece se começarmos a agir. Então, da próxima vez que pegares no telemóvel, pensa «Já olhei à minha volta hoje? O que posso fazer para ajudar o ambiente?» A nossa ação de hoje molda o futuro que vamos viver amanhã.» 

👇 Para leres mais, descarrega aqui:


Esta edição do 'Ponto e Vírgula' presenteou-nos com uma ilustração da Beatriz Escórcio, aluna da escola da APEL da turma 12.ºE de Artes Visuais. 🎨

Com o tema 'Reflexos', a composição é dominada por uma série de rostos que parecem desdobrar-se e multiplicar-se através do reflexo num espelho convexo. 

✏️ O uso de lápis de grafite sobre papel aliado aos sucessivos reflexos representam as muitas camadas que nós temos. Quanto mais longe se encontra o reflexo, mais nos deformamos, como se fosse a perceção (errada) das pessoas sobre nós, dado que quanto menos ouvem, menos sabem, e, na verdade, só nós nos conhecemos verdadeiramente. 

Parabéns, Beatriz! 👏



Dia 13 de fevereiro celebrámos o 𝑫𝒊𝒂 𝑴𝒖𝒏𝒅𝒊𝒂𝒍 𝒅𝒂 𝑹á𝒅𝒊𝒐 📻🎙 

A manhã ficou marcada por uma homenagem à incrível invenção que continua a unir o mundo com informação e entretenimento- a RÁDIO! 
A opinião dos mais novos não passou despercebida e ficámos a conhecer o enorme impacto que a rádio tem nesta juventude cada vez mais digital e conectada à internet. 

Estivemos sintonizados. Obrigada a todos! 😁



Este mês a capa é da Beatriz Escórcio, aluna da Escola da APEL, com a obra 'Multidisciplinar'. 🖌


𝐸𝑀 𝒟𝐸𝒮𝒯𝒜𝒬𝒰𝐸: 


O editorial elaborado pela Mariana Abreu, da EBS/PE da Calheta, realça os artigos 'Realidades Alternativas' e 'O Dilema dos 18'. 

A correspondente da ES de Francisco Franco, Isis Gouveia, escreveu o seu primeiro livro, intitulado Em cima estão as nuvens. 📘💭 Na página 3 descreve-se a cerimónia de lançamento no ginásio central da escola e como é importante seguir os nossos sonhos. ✨ 

Encontras artigos ainda relacionados com as celebrações natalícias que passaram, pela escrita do Guilherme Pita da EBS Dr. Luís Maurílio da Silva Dantas com o tema dos presépios, e do Pedro Freitas da EBS Padre Manuel Ávares com o “verdadeiro espírito natalino”. 

A página 5 dá ênfase à saúde e bem-estar, com peças escritas pelos correspondentes da APEL acerca do impacto da música na cura, e pelo aluno Tadeu Marcos da EBS da Ponta do Sol a propósito do poder da ciência. 

Entre outras opiniões, ilustrações e eventos, a vencedora deste mês com a distinção de “mais criativa” foi para a Maria Inês Ferreira. 🏆 👏 




 




Sabias que há um jovem talento da zona Norte da ilha que tem marcado presença no 'Ponto e Vírgula' este ano letivo? Sim, é o Ricardo Ferreira, aluno do 12.º ano na Escola Básica e Secundária D.ª Lucinda Andrade (São Vicente). 😎 

Fomos saber um bocadinho mais sobre o que o inspirou na criação destas ilustrações… 👇 

Primeiros Traços e a Observação do Real 


Com um olhar atento mergulhou na tarefa de observar e representar o que via. Começou com pequenos traços da envolvente « (…) através de apontamentos de ambientes e paisagens colocar em evidência o confronto entre as formas naturais e as formas criadas pelo ser humano.» A técnica escolhida, o pastel a óleo sobre papel, revelou-se desafiadora. No entanto, foi essa dificuldade que impulsionou o Ricardo a ultrapassar as suas limitações. A textura quase que tridimensional e a maleabilidade do material permitiram-lhe explorar gradações de cor e criar transições suaves entre luz e sombra: « (...) procurei conjugar a capacidade de observação, a criatividade e o domínio expressivo dos materiais e técnicas, nomeadamente os pastéis a óleo sobre papel.» 

A Transição para a Abstração 


Enquanto se dedicava a retratar o realismo de um lado, também decidiu experimentar algo novo. Inspirado pela proposta de explorar a plasticidade do material, dedicou-se a um estudo mais abstrato. Pegou num pequeno pormenor de um tronco de árvore – as ranhuras, as sombras e a textura desgastada – e ampliou-o, quase até que se tornasse irreconhecível. Explicou-nos que « (…) Num dos casos, tem-se um excerto de paisagem mais realista, facilmente identificável, no outro, um pormenor que beira a abstração, potenciado pela plasticidade do material.»

Podes também encontrar os desenhos do Ricardo em papel na página 6 do PV n.º4 desta série 🎨

 


A peça 𝙃𝙖𝙗𝙚𝙢𝙪𝙨 𝘾𝙖𝙥𝙖𝙨 é uma verdadeira ode à criatividade e ao talento das alunas que, com as suas obras, conquistaram o título de capas vencedoras do concurso 'A capa do PV é minha!'. Não só as desafiou a expressarem a sua visão artística, como também deu um novo rosto às edições do PV, um marco que agora entra na sua 10.ª série. 🎨 

Cada capa vencedora é uma pequena janela para a alma artística das participantes. Mais do que simples ilustrações, estas obras carregam histórias, sentimentos e reflexões que enriquecem a identidade do nosso suplemento. A cerimónia de entrega de prémios foi um momento para celebrar o poder transformador da arte e reconhecer o esforço e dedicação das jovens artistas que estão,  literalmente, a "escrever a história". ✍

O espírito do concurso 'A capa do PV é minha!' foi criado para inspirar, desafiar e premiar a originalidade. O resultado é uma coleção única de capas que reflete a diversidade de ideias e estilos das participantes. 📗

🎉Mas a festa não acaba aqui!

Para quem gosta de desafios, há outros concursos a decorrer. São oportunidades para explorar novos horizontes criativos e, quem sabe, tornar-se parte de algo maior, como as capas que agora fazem história na 10.ª série do 'Ponto e Vírgula'.


📸 Descobre mais no Medium 

Queres saber todos os detalhes e ver fotografias não reveladas? Não percas a peça completa no Medium! Lá, encontrarás uma visão mais aprofundada sobre o evento, as obras vencedoras e o impacto que estas iniciativas têm na comunidade escolar.

 


O PV de dezembro já está nas bancas!😁🎨 


A Ema Teixeira, uma jovem cheia de talento, é a autora da capa deste mês, aluna da ES de Jaime Moniz (Liceu), e da sua criatividade nasceu a ilustração sob o tema ‘Dez anos contando histórias’. 

🔧Na vertente mais técnica, explicou-nos: 

«Após elaborar estudos em papel com grafite e diversos materiais, nomeadamente a aquarela, para tentar encontrar a melhor solução, optei por usar a tinta acrílica. A composição, um retângulo de 24,4×24,1, apresenta-se centralizada e equilibrada, a meu ver. Para a realização desta ilustração, pesquisei os elementos que melhor definissem o projeto 'Ponto e Vírgula' como o objetivo da ilustração desta capa é assinalar os seus dez anos. Assim, ocorreu-me ocorreu a ideia de festa e resolvi utilizar as cores que representam o fogo de artifício. Criei uma frase que tivesse algo relacionado com este tema e, em vez de apenas desenhar o número 10, desenhei-o escrevendo: no número um - “dez anos contando histórias “; e zero -“um ponto e vírgula de cada vez”.»

Carrega no link para leres o PV n.º3 👉PV-n3_dezembro2024-WEB.pdf



                    


Tanto lixo, muito dele composto por restos de comida, onde os mais pobres e sem condições satisfazem a sua fome… Mas e se houvesse mudanças? E se, em vez de os mais necessitados comerem restos do lixo, a população não desperdiçasse essa comida e a entregasse nos sítios certos? 


É necessária mais sensibilização. O desperdício pode ser reduzido de diversas formas, como, por exemplo, através de multas nas escolas para os alunos que pedem almoços e não os consomem, guardar mais a comida que sobra dos restaurantes e pastelarias, doando-a a instituições ou mesmo a pessoas que vivem na rua. Outra sugestão seria, em vez de gastar dinheiro em rações, utilizar alguns restos das refeições para alimentar os animais, destinando o valor poupado para doações.

Existem diversas maneiras de diminuir o desperdício alimentar. A questão é se as pessoas se importam com a mudança e se estão dispostas a mudar — e esse é o verdadeiro problema.

Podemos observar o enorme impacto do desperdício de comida e as más condições alimentares dos mais necessitados. Com algumas medidas, conseguimos resolver esse problema e ainda obter benefícios, seja poupando dinheiro, seja ajudando os outros.

Na minha escola, a Básica e Secundária da Ponta do Sol, no âmbito do projeto interdisciplinar da turma do 10.º A, intitulado “Desperdício Alimentar”, tivemos, em tempo letivo da disciplina de Biologia/Geologia, o privilégio de assistir à ação de sensibilização “100% da nossa Terra sem desperdício”, conduzida pela bióloga convidada, Dra. Natália Silva. Foram partilhados inúmeros exemplos de reaproveitamento, como o uso de cascas de abóbora, ou de sementes, como as de papaia moídas, que servem como condimento picante. 

Em breve, faremos na escola chips de cascas de batata, cenoura e abóbora. Experimente também, tal como o bolo de casca de banana! Sabia que esta casca é muito útil para a saúde dos nossos calcanhares? 

Na nossa escola, também temos um compostor, cedido pela ARM, onde depositamos resíduos orgânicos da cantina. Estes resíduos são depois utilizados como fertilizante natural na nossa horta biológica. 

Maior reaproveitamento contribui para mais alternativas alimentares, maior sustentabilidade e para o enriquecimento da saúde, nossa e dos outros! 

Tadeu Marcos-10ºA


 

Climarest é um projeto de pesquisa financiado pela União Europeia (UE) composto por 18 parceiros ao longo de toda a costa europeia. O projeto faz parte da Missão "Restaurar os nossos Oceanos e Águas" da UE e é membro do Farol para a Bacia do Ártico e do Atlântico. 🌊 

Nos dias 13 e 14 de novembro, as turmas três e nove do décimo ano participaram na sessão “Ecossistemas de macroalgas na Madeira: importância e restauração”, do Programa Educativo Kids Dive, no âmbito do projeto Climarest, na qual se alertou para a importância e o impacto da diminuição das macroalgas nos ecossistemas costeiros da ilha da Madeira. 
 

💬 Primeiras impressões: 


«O projeto Kids Dive é uma iniciativa que educa os jovens sobre a importância das algas marinhas e da biodiversidade dos oceanos. Através de atividades práticas e interativas, como o uso da realidade virtual, exploramos o mundo subaquático e aprendemos a importância das algas nos ecossistemas. O objetivo é inspirar uma nova geração que aprenda a proteger os oceanos.» 

Gonçalo Rodrigues, ES de Jaime Moniz 


«De uma forma divertida e interativa, explicaram-nos como a quantidade de algas marinhas está a diminuir. Esta diminuição deve-se a vários fatores, nomeadamente as temperaturas altas, o aparecimento de espécies invasoras e a poluição.» 

Adriana Correia de Sousa, ES de Jaime Moniz 


«Proporcionaram-nos uma viagem magnífica ao fundo dos oceanos, através do uso de óculos de realidade virtual, fazendo-nos perceber como os biólogos marinhos trabalham e a existência de uma grande biodiversidade marinha.» 

Gustavo Cró, ES de Jaime Moniz 


No final da sessão, houve a oportunidade de mergulhar virtualmente no fundo do mar, onde se observaram diversos ecossistemas, com e sem algas ou ervas marinhas.🪸 

O que são algas? E qual é a diferença entre as algas e as plantas? 
As algas são seres vivos que tanto podem ser unicelulares como multicelulares. Elas até têm algumas características em comum com as plantas, como a presença de cloroplastos, que são responsáveis pela fotossíntese, mas não podem ser consideradas plantas, pois não têm raiz, caule nem folhas. 

Que tipos de macroalgas existem?
Existem três tipos de macroalgas: as algas vermelhas (rodófitas), as algas castanhas (feófitas) e as algas verdes (clorófitas). 

Qual é a sua utilidade? 
As macroalgas são usadas para diversos fins, nomeadamente na alimentação, no fabrico de medicamentos e pomadas. Podem ainda ser utilizadas como fertilizantes, entre outros. 

Por que razão estão elas a desaparecer dos habitats rochosos costeiros? 
As comunidades de macroalgas têm diminuído sobretudo devido às alterações climáticas e à acidificação das águas do oceano. Contudo, outra razão é provocada pelos ouriços-do-mar, que se alimentam delas. O crescimento das populações de ouriços, em particular do ouriço de espinhos compridos, tem impedido o estabelecimento e o crescimento de novas algas. 

Que impactos surgem com a diminuição das macroalgas?
Os ecossistemas alteram-se. Por exemplo, os peixes juvenis, que usavam as macroalgas para se esconderem de predadores, deixam de ter abrigo e são forçados a procurar outro habitat, deixando o antigo ecossistema semelhante a um deserto, com pouquíssima biodiversidade. 🦠 

Wilson Vasconcelos, ES de Jaime Moniz (Funchal)





Chegou! 😁

No dia 20 de novembro, mais uma edição imperdível do nosso PV aterrou carregada de notícias fresquinhas, análises certeiras e histórias que prometem inspirar e fazer pensar. Descarrega o segundo número desta 10.ª edição e explora conteúdos exclusivos criados pelos alunos do ensino secundário! 📚✨ 

No editorial, Beatriz Correia, da EBS/PE/C Porto Moniz, destaca dois artigos imperdíveis: 
🔸 Dicas para o Futuro de Ester Abrunho, com conselhos práticos para planear a carreira após o 12.º ano. 
🔸 Nostalgia de Infância de Mariana Abreu, que nos convida a revisitar memórias especiais e encontrar inspiração no passado. 
Esta edição cheia de energia foi pensada para todos os leitores - desde os que devoram cada palavra até aos que saltitam entre as manchetes em busca de inspiração rápida. 

Descarrega aqui 👉: https://shorturl.at/NtHAD 

Mas... 🚨 atenção leitores 🚨o lançamento da próxima edição está ao virar da esquina! 🗞️✨

👀

 

O Deivis Fernandes e o Pedro Afonso são os correspondentes da EBS/PE/C do Porto Moniz pelo segundo ano consecutivo, e, ao longo deste tempo, têm partilhado várias experiências. Mas será que eles realmente se conhecem? Descobre tudo no nosso divertido vídeo do desafio “Conheces-me Mesmo?”, onde testamos esta amizade!😀


👉 O Deivis foi contemplado com o 1.º prémio da edição de 2024 do concurso Cria Poesia, na categoria de Poesia do secundário, tendo sido também eleito o representante regional nestas categorias. Ele é observador e a personificação da curiosidade e paciência. «A curiosidade desenvolvi-a durante a minha infância. Costumava explorar os terrenos agrícolas enquanto a minha avó trabalhava a terra. Durante algum tempo e a prestar mais atenção à minha irmã enquanto mais pequena, aprendi a ser mais paciente, mais tranquilo. A este nível defendo que as pessoas podiam ser mais compreensivas e empáticas umas com as outras. Reparo muito nos detalhes e no modo de agir das pessoas. Acho que ao sermos observadores, ganhamos perspetivas que nos ajudam a conhecer melhor o outro. Já a minha curiosidade surge sempre quando se trata de novas tecnologias, música ou escrita. Gosto de escrever poesia.»


👉 Já o Pedro, vencedor do prémio Super Correspondente na IX edição do PV, traz consigo uma postura tecnológica, justa e sincera. «Tento ser justo e sincero, acho que isso é fulcral no conceito que tenho de justiça. É sempre muito importante ouvir as duas versões de uma história. Defendo que na sinceridade, devemos ser capazes de prová-la a nós próprios e aos outros. Já o meu gosto pelas novas tecnologias ligam-me mais aos computadores, tablets e telemóveis. É algo de que gosto muito!»


Afinal, será que eles conseguem prever as respostas um do outro? Será que conhecem as manias, as preferências e até os pequenos segredos que só um verdadeiro amigo saberia? Não percas o vídeo e vê como eles se saem neste divertido desafio!  😆😏



 

Sabrina, no seu segundo ano como correspondente, descreve-se como responsável, sociável e autêntica. Já Catarina, que se estreia nesta aventura, destaca-se pela sua persistência, paciência e determinação. Mas será que estas qualidades se refletem no que cada uma sabe sobre a outra?😏


Bem-dispostas e com espírito de equipa, aceitaram o nosso desafio, “Conheces-me mesmo?”, onde responderam a perguntas para testar o quanto se conhecem. Espreita o vídeo para descobrir quem venceu este jogo!


Catarina Vieira: «Acho que a tranquilidade e a persistência levam-me a alcançar os sonhos e objetivos a que me proponho, tanto a nível pessoal como académico. As minhas decisões são sempre tomadas com calma, de cabeça fria.»


Sabrina Vasquez: «Ser responsável é algo de que jamais me descuido, pois isso leva-me a cumprir sempre as minhas metas. Admiro muito a autenticidade, acho que é uma das características que mais valor acrescenta a uma pessoa. É, no fundo, o que nos diferencia uns dos outros. Gosto de sentir que sou amigável e que aposto muito na integração social de todos à minha volta no meu círculo. Acho que todos deviam ser mais responsáveis e empáticos!»

 



Hoje, apresentamos dois novos correspondentes do Ponto e Vírgula, diretamente da EBS Gonçalves Zarco. Não percas o vídeo ‘Conheces-me mesmo?’ do Simão Pereira e Catarina Ferreira! 

Simão Pereira descreve-se em três palavras: dinâmico, carismático e criativo

«As minhas grandes motivações são a escola, o desporto e a família. De certa forma, estas são as três bases essenciais da minha vida, neste momento. Sempre que assumo desafios ou tarefas gosto de ser dinâmico. Defendo que para tudo na vida, é preciso ser criativo, o que na minha opinião é muito mais do que simplesmente ter algumas ideias. No fundo é ter uma forma diferente de ver os outros e o mundo ao nosso redor.» 

Catarina Ferreira, por sua vez, destaca-se pelo foco, carisma e sociabilidade.

 «Aposto num bom relacionamento com os meus colegas e professores. Gosto de ver sempre o melhor nas pessoas. Acredito que cabe a nós, jovens e adolescentes, trabalhar para tornar o mundo e a sociedade um lugar melhor. Gosto de ser focada, mantendo o objetivo de concentrar-me nos estudos. O meu futuro passará, certamente, pelo Curso Superior de Direito numa boa universidade. Temos todos de optar pela sociabilidade, a sociedade é um pilar muito importante, sem o qual não seríamos os seres em evolução que somos.!»

 

Será que Eduarda Teixeira, aluna da EBS/PE/C Bispo D. Manuel Ferreira Cabral, e a Nádia Ornelas se conhecem realmente? Para descobrir tudo, não percas o vídeo desta dupla! 🎬👀


Mas não ficamos por aqui! Quisemos também conhecer melhor estas jovens incríveis e o que as inspira. 😀


A Eduarda Teixeira descreve-se como sensível, criativa, dedicada.

«Faço por me sentir e estar próxima das pessoas, de ouvi-las, de tentar ajudar sempre que posso. Dedico-me muito a tudo a que me comprometo. Gosto de ser eu a elaborar, por vezes, os presentes que, em determinados momentos, ofereço aos meus amigos. Aí é onde a parte criativa e a dedicada se juntam. A minha sensibilidade vai ao ponto de eu perceber, através de um olhar ou de alguns gestos, como se sentem os que me rodeiam. Talvez esta sensibilidade se justifique pelo facto da minha mãe ser psicóloga. Falamos muito sobre estas questões das emoções e da empatia.»


Por outro lado, a Nádia Ornelas identifica-se como artística, culturalmente atenta e determinada.

«Motiva-me ver que há quem esteja a fazer esforços para que a cultura seja acessível a todos. É um setor da sociedade que deveria ser ainda mais incentivado, pois está em escassez. Envolvo-me com as artes desde miúda, e é uma parte de mim que todos os que me conhecem conseguem identificar.»

 



Os nossos correspondentes, Gonçalo Araújo e Júlia Caldeira, da Escola da APEL, colocaram-se à prova no divertido jogo 'Conheces-me mesmo?'! 🤔💬 


Querem ver como eles se saíram? 🎬👀 Confiram o vídeo completo e conheçam melhor estes dois correspondentes do Ponto e Vírgula! 🎥


👉 O Gonçalo, que se descreve como corajoso, comunicativo e sociável, falou-nos sobre a sua determinação e a importância de se conectar com os outros. 

«Tento ser valente em vários aspetos da vida. Admiro a força, a persistência e a determinação nas pessoas. A comunicação é uma área importante, pois é através dela que chegamos aos outros. No que diz respeito a considerar-me sociável, acredito que é uma forma de nos integrarmos na sociedade e conhecermos outras culturas e etnias. Cada cultura é única no mundo. Há algo mais importante do que isto?»


👉 Já a Júlia, descreve-se como sempre otimista e criativa, contou-nos como a sua calma a ajuda a ultrapassar os desafios do dia a dia. 

«Sou uma pessoa otimista. Acordo sempre com um sorriso estampado no rosto, mesmo nos dias em que tenho de enfrentar certos problemas. Acredito que há sempre uma forma de os ultrapassar. Gosto de ser tranquila e, em situações menos boas, procuro ser racional, fazer as minhas escolhas e encontrar sempre o meu caminho. Sou alegre. Para mim, a alegria é olhar à nossa volta e para dentro de nós, aceitarmo-nos como somos e, em comparação com tantos problemas no mundo, percebermos que não somos seres fúteis.»




Nesta X série, desafiámos os nossos correspondentes a revelar mais sobre si ! Pedimos-lhes que se descrevessem em três palavras e colocámo-los à prova com o divertido jogo 'Conheces-me mesmo?'. Cada dupla, vinda de uma das 15 escolas participantes, teve de responder a perguntas sobre o seu colega – e o resultado foi uma mistura de gargalhadas e momentos reveladores! 😄✨


Para dar início a esta jornada, apresentamos a dupla da EBS Dr. Ângelo Augusto da Silva: Eunice Alencastre e Sara Pereira. Vamos conhecê-las um pouco melhor!


🔸 Eunice Alencastre descreve-se como ambiciosa, inovadora e perspicaz.  


«Acho que a perspicácia me dá a capacidade de entender e compreender as pessoas à minha volta. Defino-me como uma pessoa ambiciosa, que sonha muito! Não devemos parar nem aceitar apenas aquilo que a vida nos oferece. Acima de tudo, é muito importante não nos contentarmos com quem somos ou com o que já sabemos, até termos e sermos o que mais desejamos.»


🔸 Sara Pereira, por sua vez, escolheu as palavras espontânea, sonhadora e sensível. 


«Sinto profundamente tudo o que está à minha volta. A minha espontaneidade, que é maior do que eu, faz com que, perante determinadas situações, eu não pense duas vezes. Sonho quase sempre com o impossível, com o que está para além do aparente. Sou muito sensível em relação às pessoas à minha volta. Tenho muita empatia pelo mundo, pela natureza. Adoro imaginar, criar, ir além do que já existe e ser quem eu quiser!»


💡 Queres descobrir como se saíram no jogo? Dá o play e mergulha no primeiro episódio desta série cheia de talento e personalidade!