Mostrar mensagens com a etiqueta EBS de Machico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EBS de Machico. Mostrar todas as mensagens

 

Sabrina, no seu segundo ano como correspondente, descreve-se como responsável, sociável e autêntica. Já Catarina, que se estreia nesta aventura, destaca-se pela sua persistência, paciência e determinação. Mas será que estas qualidades se refletem no que cada uma sabe sobre a outra?😏


Bem-dispostas e com espírito de equipa, aceitaram o nosso desafio, “Conheces-me mesmo?”, onde responderam a perguntas para testar o quanto se conhecem. Espreita o vídeo para descobrir quem venceu este jogo!


Catarina Vieira: «Acho que a tranquilidade e a persistência levam-me a alcançar os sonhos e objetivos a que me proponho, tanto a nível pessoal como académico. As minhas decisões são sempre tomadas com calma, de cabeça fria.»


Sabrina Vasquez: «Ser responsável é algo de que jamais me descuido, pois isso leva-me a cumprir sempre as minhas metas. Admiro muito a autenticidade, acho que é uma das características que mais valor acrescenta a uma pessoa. É, no fundo, o que nos diferencia uns dos outros. Gosto de sentir que sou amigável e que aposto muito na integração social de todos à minha volta no meu círculo. Acho que todos deviam ser mais responsáveis e empáticos!»

 


‘Somos Sombra e Luz' foi o trabalho vencedor na categoria de Fotografia do concurso 'Grande Ideia'.

O autor, Leonardo Roque, aluno da EBS de Machico, surpreendeu-nos com o seu lado artístico, apesar de ser da área da tecnologia. Este trabalho notável combina sentimento, cor, sombra e luz de forma incrível! 📹

Deixamos aqui a sua entrevista:

«Porque escolheu participar no concurso com fotografia? 
O meu professor de informática também é muito da área da fotografia, conhecia o projecto, até ajudou a vencedora de fotografia do ano passado. E como eu gosto muito de tirar fotos mostrei-lhe algumas. Ele disse que tinha potencial. Deu-me algumas dicas, até nas aulas começámos a procurar ideias e surgiram algumas que conseguimos fazer. 

Fale-me sobre o trabalho ‘Somos Sombra e Luz’. 
Estas três fotos são todas em lugares diferentes, nenhuma no mesmo dia. A mais difícil foi sem dúvida a do fumo, tivemos de fazer furos num guarda-chuva. Fomos para um lugar abandonado que é perto de onde eu moro, as piscinas da Matur, queimámos um pedacinho para fazer o fumo, colocámos um tripé com luz em cima e conseguimos fazer estes raios de luz a entrar pelo guarda-chuva. Depois a foto do reflexo é perto de onde eu trabalho. Quase todos os dias tiro uma foto porque aquele lugar nunca está igual, debaixo do aeroporto. A paisagem é sempre diferente. E esta foto, nós estivemos a ver muitas ideias para o tema mais de sombra, e conseguimos esta. Até parece que a cor da flor vem de uma sombra, é um pedaço controverso. 

Fotografa muito o momento. Neste caso houve um trabalho de preparação. Que tipo de fotografia prefere? 
Eu gosto mais do que me surpreende no momento. As fotos do nada são as melhores. 

O que gosta de fotografar? 
Não gosto de fotografar por exemplo animais, porque é uma coisa que é preciso muita paciência. Nem pessoas. Sou mesmo de fotografar mais paisagens.

Estava à espera de ganhar? 
Eu gosto de pensar a menos, se depois ganhar fico mais contente. Mas pelo esforço era um bom candidato à vitória. 

É isto que quer fazer em termos profissionais?
É um hobby. Quero continuar na escola. É uma coisa que eu gosto de fazer nos tempos livres. 

Que material usa? 
Eu não tenho materiais profissionais, tiro com o telemóvel. Estas fotos foram tiradas com a câmara do meu professor. E ele é que me emprestou o material e foi comigo. 

Gostou da experiência de fotografar com uma câmara profissional? 
É uma coisa totalmente diferente. Até seguramos com mais cuidado e tudo, com medo de estragar alguma coisa. 

Não olha para isto como profissão. Porquê? 
Porque é preciso muita dedicação e muita paciência e eu acho que não tenho esse perfil. 

O que faz às fotos que tira?
Gosto de partilhar com a minha família, com o meu professor, com pessoas que eu sei que são da área. Gosto de ter o feedback, mesmo que não leve isto muito a sério. 

E o que quer fazer ‘quando for grande’?
Eu sou da área de informática, gostava de ser professor talvez da área de tecnologia. 

Hoje tiramos fotos facilmente com os telemóveis. É positivo? 
Sem dúvida. Nem todos têm jeito para a fotografia, mas muitas pessoas conseguirem tirar uma foto boa é espectacular. 

Tem uma foto que considere a melhor que já fez? 
Não. Não consigo escolher. Tenho várias, de paisagens. Até porque quase todos os dias tiro uma foto. Podem ser as mesmas montanhas, a mesma estrada, mas a paisagem, o céu, o mar, são sempre diferentes. 

Quantas fotos tem no arquivo? 
Tenho mais de três mil. 

Gostava de expor? 
Acho que não. Gosto das fotos para mim. E tenho a certeza de que nem toda a gente ia gostar. 

Pensa voltar a concorrer?
Sim. Ter ganhado é uma motivação para continuar.»

Descobre mais sobre o Leonardo e o seu trabalho no link: https://online.fliphtml5.com/zrcir/lwjm/#p=6



A professora Cristina Batista é a coordenadora do ‘Ponto e Vírgula’ na EBS de Machico. Fora da sala de aula, gosta de ler, de ouvir música e de viajar: «Habitualmente perco-me nas páginas de um romance ou nas notas de uma canção, principalmente durante as pausas letivas. Adoro viajar, explorar novas culturas, descobrir novos horizontes. Cada viagem é uma lição de vida, uma oportunidade de crescimento e uma fonte de inspiração.»

Afirma que este suplemento é uma ótima oportunidade para os jovens participantes, uma vez que: «proporciona aos alunos alargar os seus conhecimentos e experiências, permitindo-lhes estar em contacto com outras realidades e perspetivas. Através deste projeto, eles ampliam os seus horizontes, conhecem novas pessoas, novos locais e acima de tudo mostram aquilo que valem para além dos muros da escola.» Assim, abraça com muito carinho a coordenação deste projeto: «[…] é um privilégio que não tem preço, pois os alunos são extremamente motivados e criativos e estão sempre dispostos a contribuir. Recompensa ver o crescimento pessoal de cada aluno. Tornam-se mais confiantes, envolvidos e abertos a novos desafios. Mostram a sua criatividade e o seu pensamento crítico.» 💡




Concurso Escolar #Grande Ideia (2017/2018)
Categoria: Vídeo

"Património Cultural, a nossa identidade"

Escola Básica e Secundária de Machico
Adriana Vieira, Carlos Freitas, Luís Teixeira, Maria João Calaça e Rúben Caldeira

La Vie dá cor à #grandeideia



Concurso Escolar Grande Ideia
Categoria: vídeo

"Robótica - Lego NXT"
Escola Básica e Secundária de Machico
Ana Perestrelo

La Vie dá cor à #grandeideia
#pvnaescola #pontoevirgula #laviefunchal

Muitos alunos questionam-se sobre qual será a melhor forma de dar continuidade aos estudos, e uma das possibilidades é estudar além-fronteiras.
O projeto Erasmus é um programa desenvolvido pela União Europeia que visa o intercâmbio entre alunos de diversos países, para possam ter uma nova experiência de aprendizagem e uma proximidade com outras culturas.
Para ficarmos a conhecer um pouco melhor esta realidade de estudar fora do país, entrevistámos a professora Alda Borges Santos – que leciona a disciplina de inglês – em relação à sua própria experiência como aluna além-fronteiras.

Ponto e Vírgula (PV): Onde surgiu a decisão de estudar fora do país?

Prof. Alda (PA): Eu estava a concluir o curso, em 1996, e, na Universidade da Madeira, começaram a fazer a sugestão de apresentação de alunos de Erasmus. Uma das professoras responsáveis pela promoção do projeto na Madeira era minha professora e perguntou se eu estava interessada. Havia a oportunidade de ir para a Áustria, a Alemanha ou o Reino Unido. Eu decidi ir e fiquei em Liverpool.

PV: Quais foram as vantagens de ter estudado fora do país?

PA: Imensas! Só o facto de sairmos e termos de viver sem a presença da família torna-nos mais responsáveis. Em segundo lugar, entrarmos em contacto com uma cultura diferente faz-nos ver as coisas de uma outra forma. Mas uma das grandes vantagens, para mim, além do contacto com as culturas, é a aprendizagem da língua e a sua utilização de uma forma diferente. Eu frequentei uma pós-graduação do ensino da língua inglesa como língua estrangeira e trabalhei com pessoas sobre as quais eu, na Madeira, lia livros. Foi espetacular, pois uma coisa é termos contacto com as obras e estudarmos o autor, e outra é termos um seminário com a pessoa à nossa frente e trocarmos ideias!

PV: Considera que o facto de ter estudado além-fronteiras lhe abriu oportunidades a nível profissional?

PA: Logo quando eu acabei o curso, ao fim de uns meses, tive um convite para trabalhar numa escola lá. Havia uma vaga de professor. A ideia era trabalhar com crianças filhas de emigrantes ou de pessoas que tivessem ido trabalhar para Liverpool, portanto era uma escola com um cariz privado. Eu ponderei, só que, na altura, a segurança e o aconchego da família falaram mais alto e eu vim para cá. Estar em casa com a família e já ter o lugar garantido onde trabalhar pesou muito na minha decisão.

PV: Finalmente, gostaria de saber se essa sua experiência fora do país influenciou a forma como leciona e se enriquece a mentalidade dos alunos?

PA: Influencia! Em primeiro lugar, dou-vos um exemplo. Vocês, no primeiro ciclo, faziam o ditado. O professor de português avaliava o ditado consoante o número de erros que o aluno fazia e nunca pelo número de acertos. Podia ter 150 palavras e, dessas 150, o aluno falhar apenas três, mas o que era assinalado era o erro e não o que estava bem. Numa das primeiras atividades que tive com alunos, uma das professoras que orientava o meu trabalho disse-me: «Não, tu não vais colocar que errou três coisas, tens de dizer é que, em 150 palavras, ele acertou em 147 e que isso é excelente!». Essa perspetiva de trabalhar de uma forma positiva faz alguma diferença.
Para além disso, a maneira como o aluno é tratado é diferente da maneira de trabalharmos em Portugal, por exemplo. Isto ajuda-me muito no dia a dia com os meus alunos.

Adriana e Rúben - EBS Machico