Mostrar mensagens com a etiqueta EBS Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco (Porto Santo). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EBS Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco (Porto Santo). Mostrar todas as mensagens


Pelo 2.º ano consecutivo, temos as alunas Leonor Drummond e Inês Silva como correspondentes do 'Ponto e Vírgula' na EBS Professor Dr. Francisco Freitas Branco. 

Será que esta dupla se conhece mesmo? Assiste ao vídeo onde testamos a sua cumplicidade!😀


👉Pedimos que se definissem em três palavras. Confere abaixo as respostas e descobre um pouco mais sobre cada uma delas:


Leonor Drummond – Confiante. Sociável. Extrovertida.

«Diria que sou confiante porque a confiança é algo que todos deveríamos ter; é essencial para a nossa vida e faz com que as nossas ações mudem, tornando-as mais certas. Sou extrovertida; gosto de interagir com as pessoas, de fazer amizades, de conhecer coisas novas, novas culturas e novas experiências. Ser sociável pode levar-nos muito longe. É um modo de aprendemos a integrar-nos e a aproximar da sociedade aqueles que também estão ao nosso redor. Para mim, ser extrovertida é sinónimo de ser alegre!»


Inês Silva – Responsável. Observadora. Justa.

«Quando comprometo-me a fazer alguma tarefa ou aceito um desafio, levo-o com seriedade e tento levá-lo até ao fim. Sou observadora; sou uma pessoa que pensa muito, o que leva-me a refletir. Aprecio imenso a maneira como as pessoas interagem umas com as outras, as suas personalidades. Sou justa; acredito que a justiça é a base de uma sociedade feliz, alegre e unida. A equidade pode, como já disse, conduzir-nos a uma sociedade melhor, e acho que isso é fundamental.»




ENTREVISTÁMOS O JOÃO PEDRO OLIM, REPÓRTER DA CNN PORTUGAL, NATURAL DO PORTO SANTO. OS PRIMEIROS PASSOS NA SUA AVENTURA JORNALÍSTICA FORAM DADOS NO ´PONTO E VÍRGULA´. HOJE PARTILHA A SUA TRAJETÓRIA E EXPERIÊNCIAS NO JORNALISMO TELEVISIVO.


Ponto e Vírgula (PV) - Em 2018, referiste que valorizavas o convívio social entre professores, alunos e funcionários. Esse espírito de comunidade influenciou o teu desenvolvimento como jornalista?


Pedro Olim (PO) - O convívio social é uma parte importante da integração numa escola, numa universidade ou numa redação. Tenho consciência de que, sem esse espírito de comunidade, não teria aprendido a forma de estar no jornalismo televisivo e tudo o que isso implica. O jornalista não pode ser uma ilha isolada.


PV - Na mesma altura, fizeste uma analogia interessante entre conhecimento e alegria. Como é que essa visão evoluiu ao longo dos anos de licenciatura e agora no teu papel de jornalista na CNN?


PO - Em 2018, estava no ensino secundário. As minhas conquistas académicas materializavam os meus conhecimentos, e isso deixava-me, naturalmente, muito alegre. Mantive essa analogia durante todo o percurso universitário. Ao fim de vários anos de estudos, o meu percurso académico evoluiu para a conquista de um lugar, de direito próprio, na redação da TVI e da CNN Portugal. Em 2024, a alegria evoluiu para um sentimento de orgulho e de realização profissional.


PV - Quais foram os teus momentos mais marcantes?


PO - Diria que o meu primeiro direto, que aconteceu na noite de 2 de abril de 2024. Tínhamos recebido a informação de que estava a acontecer uma operação policial na embaixada de Israel  devido a uma ameaça de bomba. Os nervos estavam lá. A ansiedade também estava lá. Ao fim de 2 minutos de direto, recebi várias mensagens e telefonemas de felicitações.


PV – Que conselhos darias aos novos correspondentes do PV?


PO - Os jornalistas são contadores de “estórias”. Na Região, o PV é a melhor escola para desenvolvermos essa capacidade. Quando começarem a escrever as vossas “estórias”, não se esqueçam de pensar também na perspetiva dos leitores. Uma “estória” deve ser capaz de prender a atenção no momento inicial. Lembrem-se de que não há uma segunda oportunidade para a voltar a contá-la.


PV – O que é que consideras mais importante para os jovens que querem seguir carreira no jornalismo: experiência, formação académica ou outra qualidade?


PO – A formação académica e a experiência são determinantes. Em termos de importância, uma não se sobrepõe à outra. A formação académica dá-nos conceitos, ferramentas e a oportunidade de refletir sobre o jornalismo atual e os desafios que este enfrenta. Ainda assim, acho que não basta só isso. A formação académica tem de ser complementada com experiências de estágio que enriqueçam os currículos. Um jovem que tenha apenas uma licenciatura não se distingue dos outros estudantes. Além disso, acho que a formação académica nunca nos prepara totalmente para o ambiente de trabalho numa redação. Eu tive a oportunidade de estagiar em órgãos de comunicação social regionais, e posso dizer que essas experiências foram determinantes para que, mais tarde, me conseguisse adaptar facilmente a uma redação de maior dimensão. O sentido inverso também é válido. Procurar ter experiências profissionais em jornalismo sem formação académica é possível, mas a adaptabilidade torna-se mais difícil, pois faltam os conceitos básicos do jornalismo. Portanto, a formação académica e a experiência profissional são essenciais para os jovens que querem seguir carreira no jornalismo, sobretudo pela questão da adaptabilidade a um meio laboral tão exigente.


PV – Como é que achas que o papel do jornalista está a evoluir, especialmente com o aparecimento das redes sociais? Como é que os jovens podem preparar-se para essas mudanças?


PO – O aparecimento das redes sociais tornou o papel dos jornalistas mais desafiante, especialmente enquanto agentes de verificação da informação. As redes sociais deram às personalidades mediáticas a oportunidade de escapar ao escrutínio imposto pela mediação dos jornalistas. Os jornalistas têm um compromisso com a verdade, algo que essas personalidades não têm. Muitas vezes, transmitem opiniões que são interpretadas como factos. Esta realidade torna o trabalho jornalístico ainda mais necessário, e os jovens jornalistas devem estar conscientes desse contexto.


Ainda assim, o jornalismo também conseguiu tirar proveito das redes sociais. Por vezes, as primeiras informações e imagens de determinados acontecimentos chegam aos jornalistas através destas plataformas. Portanto, os jornalistas e os jovens que querem seguir esta carreira devem ver as redes sociais como uma ferramenta complementar, mas que deve ser usada com ceticismo. Todas as informações provenientes das redes sociais devem ser confirmadas por outros tipos de fontes de informação.


PV - Se pudesses voltar atrás no tempo e conversar contigo próprio quando foste nosso correspondente, o que dirias sobre os desafios e conquistas que estavam por vir?


PO - Em primeiro lugar, acho que me felicitava por ter aceitado o convite para ser correspondente do PV e sair da minha zona de conforto. Diria que ser correspondente do PV seria a primeira etapa de um caminho bem-sucedido. Acredita em ti e no teu potencial. O teu lugar está reservado.


PV – Como é que lidas com a pressão que vem do trabalho que fazes na CNN? A pressão também ensina?


PO – A pressão do fator tempo é um fenómeno visível em qualquer redação. No entanto, a realidade imposta aos jornalistas que trabalham em canais de televisão é, de facto, mais acentuada. A televisão nunca teve um meio concorrente tão instantâneo como o digital. Os novos meios tecnológicos permitiram que a informação chegasse rapidamente às redações, e os jornalistas foram obrigados a acompanhar essa tendência. Saber lidar com a pressão é um processo contínuo e nada fácil. Ao jornalista cabe esforçar-se para que a pressão não prejudique a qualidade do seu trabalho. Ainda assim, a pressão também ensina os jornalistas a identificarem de forma mais célere os elementos informativos que realmente importam ser transmitidos aos telespectadores. São ensinamentos impostos pelas circunstâncias.


PV -  Qual foi a peça mais emocionante em que já trabalhaste?


PO - Está relacionada com a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Por ser uma peça que aborda uma cerimónia marcada pela unidade internacional em torno do desporto, num momento em que vários conflitos armados marcam o quotidiano noticioso. Outro dos fatores está associado a uma dimensão cultural, nomeadamente ao regresso de Celine Dion aos palcos ao fim de 4 anos. O momento da atuação da cantora foi tão impactante que levou a um silêncio incomum na redação. Fiz questão de dar à atuação o devido destaque na “estória” que estava a construir.


PV – Existe alguma lição ou valor que tragas contigo desde o tempo em que eras estudante e que continua relevante na tua vida?


PO – Sim, há uma lição que trago sempre comigo e que vem desde o tempo em que frequentei o ensino secundário. “Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim, em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive.” O excerto é da autoria de Ricardo Reis. Cruzei-me com esta lição durante uma aula de português, e tem sido a mais relevante na minha vida. A entrega e a dedicação serão sempre valores presentes na minha vida pessoal e profissional.


 






A EBS/ PE/ C Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco (Porto Santo) conta como coordenador do projeto ‘Ponto e Vírgula’ o professor Magno Velosa. Pratica golfe na ilha dourada como passatempo e consegue ver os benefícios que praticar esse desporto trazem para a sua vida: «[…] mobiliza algumas competências que a nível profissional são essenciais. A persistência, a consistência, o autocontrolo, a superação, a estratégia, a rotina, são aspetos que o golfista amador procura ter.»  🏌

Destaca a vontade de continuar a estar à frente do projeto na escola em que leciona por acreditar na influência positiva que tem nos seus alunos: «Comprometimento, criatividade, trabalho, prazos, interligação, são competências que o PV dá aos alunos e que servem para a vida toda. Um ex-correspondente do PV da nossa escola é atualmente jornalista permanente da CNN Portugal. É uma satisfação quando isto acontece.»



Concurso Escolar #Grande Ideia (2017/2018)
Categoria: Vídeo

"O Património da Minha Terra"

Escola Básica e Secundária Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco (Porto Santo)
Bárbara Dias, Cristiana Vasconcelos, Francisco Branco, Iara Oliveira, João Rodrigues, Leandro Cardeira, Lucas Rodrigues e Rui Melim

La Vie dá cor à #grandeideia


A nova Unidade de Ensino Especializada

A Unidade de Ensino Especializada é um recurso pedagógico especializado dos Estabelecimentos de Ensino Regular do Ensino Básico, constituindo-se como uma resposta educativa diferenciada que visa apoiar a educação dos alunos com problemas graves de cognição e situações de multideficiência, associados a limitações sensoriais ou motoras ou de surdocegueira congénita. Pretende-se que os alunos tenham acesso a informação que os ajude a realizar aprendizagens específicas diferenciadas e significativas, possibilitando a sua participação em atividades com os seus pares sem necessidades especiais.
A Unidade de Ensino Especializado da Escola Básica e Secundária Prof. Dr. Francisco Freitas Branco, Porto Santo, iniciou as atividades no ano letivo 2016/2017, prestando acompanhamento a dois alunos com multideficiência. Estão envolvidos cinco docentes de diferentes áreas, uma terapeuta da fala e duas assistentes operacionais.
O Ponto e Vírgula foi perceber um pouco melhor o que está a ser feito nesta unidade de ensino. Falámos com uma das responsáveis, professora Paula Soares, e ficámos a saber um pouco mais sobre os alunos e as suas atividades.

Ponto e Vírgula (PV) – Há quanto tempo funciona a unidade de ensino especializado?

Paula Soares (PS) – Já existe há 7 anos, mas aqui na escola secundária só começou este ano letivo.

PV – Quantos alunos estão integrados nessa unidade?

PS – Temos dois alunos, a Bárbara e o Diogo.

PV – Que tipo de atividades são desenvolvidas com os alunos?

PS – Um pouco de tudo. Temos Educação Física com o professor Jorge Dias, Educação Visual com a professora Fátima Mesquita, Educação Musical com a professora Fátima Guerra, também temos terapia da fala com a Dra. Filipa Narciso. A professora Isabel Oliveira trabalha matemática, português e TIC (tecnologias de informação e comunicação) com estes alunos, e eu que estou a ajudá-los a desenvolver várias competências, em particular a autonomia.

PV – Como é que está a ser a integração na escola?

PS – A integração dos meninos aqui na escola foi ótima a vários níveis. Nomeadamente pelo pessoal docente, não docente e alunos. Foram muito bem recebidos. Têm apoio e carinho de toda a gente; todos os alunos vêm falar com eles e brincam. As instalações que temos agora não têm nada a ver com as salas que tivemos anteriormente. A sala é ampla e luminosa. As pessoas estão todas empenhadas no bem-estar dos meninos.

PV – Que balanço faz, até agora, do trabalho desenvolvido?

PS – O balanço global, até agora, tem sido ótimo! Foi uma grande valorização dos meninos em termos de socialização. O trabalho desenvolvido pelos vários professores tem sido muito bom. As estruturas físicas disponíveis também são boas. A transição para esta escola foi mesmo ótima.

PV – Durante quanto tempo se prevê que a unidade funcione?

PS – Esta unidade funcionará até os meninos terem 18 anos, pois estão dentro da escolaridade obrigatória. Depois serão transferidos para o Centro de Atividades Ocupacionais (CAO). Ainda falta algum tempo… Para já, estaremos nesta escola o tempo que for necessário.



João Gonçalo Rodrigues e João Pedro Santos
EBS Prof. Dr. Francisco de Feitas Branco

Na edição de março do Ponto e Vírgula, entrevistamos dois alunos do grupo de Tiro com Arco da Escola Básica e Secundária Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco, a Ester Oliveira e o Gonçalo Rodrigues. As aulas de tiro com arco tiveram início em 2015 com a abertura do ano letivo, sob a supervisão do professor Miguel Silva.

Os alunos não só aprendem a disparar, como também aprendem a montar e a desmontar os arcos, os vários tipos de arco e flechas que há, como também aprendem a fazer flechas.

Ponto e Vírgula (PV) – O que te levou a entrar nesta atividade?

Ester Oliveira (EO) – É uma atividade diferente e engraçada, e tinha amigos que já participavam, então pensei «porque não?»

Gonçalo Rodrigues (GR) – Decidi entrar nesta atividade pois foi algo que me fascinou. Sempre quis aprender, e sempre achei muito interessante. Além disso, tinha uma amiga que já participava, e convenceu-me a entrar.


PV – Já fizeram demonstrações públicas? Como foi?

EO – Já tivemos várias demonstrações de Tiro com Arco na vila, no Festival Colombo e já demonstrámos com algumas pessoas. Eu não, mas os meus colegas sim.

GR – Já sim, demonstrámos no final de cada período no ginásio da escola, demonstrámos no Festival Colombo e também no Mercado Quinhentista, em Machico, no ano passado, e estamos a pensar participar novamente este ano. O feedback do público é fantástico. Fazem muitas perguntas e às vezes questionam se podem experimentar.

PV – O que é necessário fazer para que mais alunos pratiquem esta atividade?

EO – Acho que até já temos muitas pessoas. Poderíamos divulgar mais, mas também não temos assim tanto equipamento...

GR – Não precisamos de fazer mais nada, visto que já estamos lotados, é algo interessante, e a atividade por si só já cativa as pessoas.  Já chegamos a ter pessoas que queriam aderir mas não foi possível. Para além da questão do material, há a questão da segurança. Estamos a falar de arcos e de flechas e se o grupo for grande é mais difícil de controlar e a probabilidade de haver um azar é maior.


PV – Esta atividade ajuda-te na vida escolar?

EO – Ajuda a libertar o stresse e isso é bom, É uma forma de relaxar, e divertimo-nos um pouco.

GR – Ajuda com o stresse e a relaxar. Também é uma forma de melhorarmos a nossa atenção, visto que precisamos de estar atentos e relaxados para atingir melhores resultados a cada disparo.

PV – Pretendes continuar a praticar esta modalidade depois de abandonares esta escola?

EO – Sim, acho que seria engraçado continuar a atividade depois de acabar o 12. º ano, mas talvez não seja possível. Não sei, veremos.

GR – Sim, sem dúvida. Porque é algo interessante e divertido de fazer. Para além disso, não é todos os dias que se conhece um arqueiro!

João Rodrigues e João Santos
EBS Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco (Porto Santo)

Concurso Escolar Grande Ideia
Categoria: vídeo

"NOS no Varela da Jaime Moniz"
Escola Básica e Secundária Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco (Porto Santo)
Gonçalo Rodrigues

La Vie dá cor à #grandeideia
#pvnaescola #pontoevirgula #laviefunchal
Caravela Portuguesa encalhada na praia do Porto Santo. Aspeto comum nesta altura do ano.

Gonçalo e João Pedro
Escola Básica e Secundária Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco- Porto Santo
Ar...

Terra...

Água...

Percursos captados pela aluna Márcia Pimenta do 12.º AV da Escola Básica e Secundária Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco (Porto Santo).